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Ex-‘Bake Off Brasil’ diz que foi dopado, estuprado e roubado após encontro

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Murilo Marques, ex-participante do “Bake Off Brasil”, compartilhou no Twitter um relato assustador sobre um encontro marcado por aplicativo com um rapaz, na última semana, em São Paulo.

“Entrei para a estatística! Caí num golpe: fui dopado, violado e roubado em minha casa”, lamenta Murilo, no início das postagens. Segundo o relato, Murilo, que vive sozinho no edifício Copan, recebeu em casa um rapaz que conheceu num aplicativo. Pouco depois de começarem a se beijar, o tal rapaz anunciou que era garoto de programa e que precisava receber seu pagamento.

Murilo avisou que não tinha contratado ninguém, mas o rapaz já sacou uma máquina de cartão de crédito, exigindo o pagamento. Murilo, então, relata que começou a se sentir estranho e desnorteado, e começou a ser agredido pelo rapaz, que o obrigou a passar as senhas de todos os cartões. Foi aí que ele percebeu que havia sido dopado.

O rapaz ainda forçou que Murilo cheirasse cocaína e, foi neste momento, segundo Murilo, que o estupro aconteceu. “Eu só lembro dele me estuprando com a mão enquanto eu me debatia. Não sei quanto tempo durou, não sei o quanto eu resisti, mas fui estuprado”, conta.

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Amor e superação marcam a trajetória do Casal Vidinhas

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Um almoço sem grandes expectativas foi a data que marcou o primeiro encontro de Alberto Braga e Allan David. Essa dupla, atualmente mais conhecida como Casal Vidinhas, é um dos grandes sucessos do TikTok, reunindo mais de 300 mil seguidores. A história de amor dos dois começou no restaurante em que Allan trabalhava em 2016.

Logo ao chegar no restaurante para almoço, Alberto já conheceu Allan que trabalhava como bartender. Ali, depois de uma conversa, trocaram os números dos telefones e começaram a se conhecer melhor. Num primeiro momento, Alberto se comoveu com a história de vida de Allan: “Quando ele tinha 4 anos de idade a mãe o deixou na escola e nunca mais voltou para buscá-lo. Esse abandono teve um impacto muito grande em sua vida e o privou de oportunidades e afetos que são essenciais”, conta o designer.

Casal Vidinhas

Allan e os irmãos foram criados pelo pai em São Mamede uma pequena cidade no interior da Paraíba. Com 16 anos ele veio para São Paulo tentar recomeçar a sua vida, fez diversos bicos e trabalhos em diferentes empregos antes de conhecer o Alberto. “Quando nos conhecemos, Allan era apenas um garoto sobrevivendo na cidade grande, mas de longe se notava que tinha um bom coração e que não deixava sua vida difícil tirar o sorriso do seu rosto”, comenta Braga.

Um grande choque foi descobrir que Allan não tinha terminado os estudos e mal sabia ler. Essa limitação foi um desafio no começo do relacionamento, pois as conversas eram limitadas e com muita dificuldade. Como forma de incentivo e ajuda, toda semana Alberto presenteava Allan com um novo livro e formulava perguntas sobre o conteúdo da história para testar os conhecimentos do amado sobre aquela obra.

“Desde o dia que nos conhecemos o Alberto me incentiva a estudar e ampliar os meus conhecimentos, cada livro que ele já me deu vale muito mais que todos os presentes caros que recebo hoje em dia. Ele me estimula a aprender e crescer para nunca depender nem dele e nem de ninguém”, conta Allan David que hoje trabalha como gerente em uma clínica.

Juntos há quase cinco anos já passaram por muitas dificuldades, mas unidos construíram uma linda história de amor e felicidade. No ano de 2020 em meio a uma pandemia essa história de amor tem conquistado cada dia mais seguidores no TikTok. Hoje o perfil Casal Vidinhas tem mais de 300 mil seguidores e possui um vídeo com mais de 6 milhões de visualizações. Eles mostram de forma divertida como vivem felizes para sempre todos os dias.

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Série ”Fica Comigo” chega ao fim com som de drag queen Della Vitti

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Depois de uma primeira temporada comovente e de uma segunda temporada elétrica, Fica Comigo chega ao fim. Com a morte de um dos protagonistas e com um novo par romântico para Gui (Piter Henrique), a série mostrou a evolução dos personagens durante esses novos episódios.

Para escolher quem cantaria a música tema do novo casal, os criadores procuraram uma artista nacional, com força vocal suficiente para marcar os espectadores da série. Nessa busca, encontraram a drag queen de Belo Horizonte, Della Vitti, que  gravou a música “Prontos para Amar”. Esse é o  segundo single da cantora e possui uma pegada pop e r&b, além de uma letra apaixonante.

 Fica Comigo é uma produção original do canal do Youtube Meu Sobrenome é Vida, que  foi criado a um ano e que hoje conta mais de 20 mil inscritos. A  série foi a primeira produção exibida e tem atualmente mais de 771 mil visualizações,além de uma legião de fãs apaixonados pela trama. Além disso, o canal possui outras séries, sempre com abordagens referentes ao universo lgbtqia+ e já debateu em suas obras assuntos como homofobia, aceitação e relacionamentos em tempo de pandemia.

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No dia Internacional das Drag Queens, Tchaka fala de Rupaul e como é ser Drag no Brasil

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Desde que o mundo é mundo homens se vestem de mulher como uma forma de arte. Da Grécia antiga, quando nascia o teatro, ao Kabuki no Japão, os papéis femininos eram feitos por homens, já que mulheres eram proibidas de se apresentar no teatro. Os tempos mudaram a arte drag também. Hoje dia 16/07 comemora-se o dia internacional das Drag Queens. 

O termo “drag” vem do verbo em inglês “to drag”, que significa arrastar em português. E se refere aos longos vestidos e roupas utilizadas na época. Logo Drag, virou um termo usado para os homens vestidos de mulher. O termo Queen, só foi adicional pela comunidade gay no século 20 e continua até hoje. As drag queens encontraram lugar na cultura pop e estrelam programas de TV, figuram nas listas das músicas mais tocadas e tem festas lotadas. Mas nem sempre foi assim, com as drag queens circulando tão livremente pela cultura popular. Nomes como Laddy Bunny, Gypsy, Divine, Rupaul entre outras, fazem história no cenário drag internacional. 

RuPaul é uma espécie de nossa mestra mundial, Mama Ru assim chamada pelas #TheQueens de todo mundo me inspira a cada dia ser mais glamorosa, fina, elegante, politizada, bem humorada e extremamente atual. Tchaka Drag Queen além de ser nossa rainha das festas, pode ser considerada a RuPaul brasileira, pois sua meta diária é que produtoras de conteúdo nos programas brasileiros possam direcionar os holofotes para seu talento”. Explica Valder Bastos, advogado que dá vida a Tchaka há mais de 20 anos. 

No Brasil, o cenário drag nacional acompanhou de modo geral o internacional. Na televisão, não era estranho homens fazendo papéis de mulheres, especialmente os cômicos. Durante o período da ditadura, a comunidade gay, e consequentemente as drags, perdeu espaço público. Nos anos 90, a cena renasceu e as drags ganharam espaço em clubes e boates gays, especialmente de São Paulo. Márcia Pantera, Sylvetti Montilla, Miss Bia (in memorian), Tchaka, Dimmy Kieer  e tantas outras ainda fazem do cenário lgbti o mais importante do país. 

Ser Drag Queen no Brasil hoje além da arte que transforma, cutuca, propõe possibilidades, emociona, refresca, despressuriza, encanta e cria pontes para momentos de felicidade também é resistência, enfrentamento dos desmandos políticos com humor inteligente, visagismo inspirador para mundo da moda, fotografia, programas de tv, eventos corporativos, etc. Enfim nós drag queens somos o futuro no presente“, finaliza. 

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